Semeadura
28/10/07
Triste hoje está meu coração
Serro os lábios em protesto, com efeito.
Se me tiram com mentiras a razão
Qual punhal, a farsa crava-me no peito
Sim, atacam impiamente a minha honra
Muito mais, me afastam da esperança que elegi
Aviltando assaz beleza que se enseja
Nesse ardor, amor perfeito até aqui
Mas quem maquina o mal nunca se farta
Nem se cansa quem da dor se faz cinzel
Do prazer de ser algoz não se aparta
Qual verdugo segue assim em seu papel
A sabia vida, a lei do tempo nos ensina
Bem por mal, paga sempre a alma santa!
Cai no laço, o próprio braço que maquina
E colhe a erva tão daninha quanto planta!!
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