Coração Batráquio
Marcos Alves Diniz – 11/04/05
Um sapo sozinho, no rio, no caminho
Um brejo, uma casa, uma vila apertada,
Chorando de dor
a falta que faz um grande amor
Caprichoso dedo do destino,
Fada, magia, desatino
Paixão, chama que arde sem pudor
Corações ligados, mentes unidas
Mundos diferentes, frases presumidas,
Um sapo e uma fada nas esquinas dos brejos da vida
De Sol a sol, do início ao final
No avesso do nunca, eu quero um sempre afinal
Anfíbia canção, amor pantanal.
Anuro coração valente,
Sangrando sagrado coração de gente
Reescreve a história, fada menina,
Régia vitória, te amar, minha sina,
E me faça renascer, como um príncipe em tua piscina,
Pra ser, somente ser, na mente, na alma e na rima,
Ao menos uma vez igual a você.
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