sábado, 10 de novembro de 2007
A Lua e o Mar
"Eu sei, ao menos nos contos de fada dá pra esperar um final feliz. E se vivemos num conto de fadas, e se o Mar se apaixnou pela Lua, dá pra acreditar que, mesmo tão distantes, ao menos nas noites em que a Lua é cheia, em meio à calmaria, a luz da lua sobre o espelho d'água dá a nítida sensação de que a lua desceu pra ver o mar. E ele, de alegria, chora carneirinhos brancos de espuma sobre a suave crista das ondas....."
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Que loucuras alguém faria por amor...gosto muito dessa música mas faço uma ressalva: O mar se apaixonou pela Lua e não é nenhuma loucura ou sacrifico deseja-la todos os dias. Pra mim isso é um privilégio, um dom divino poder desejar e pensar todos os segundos na minha amada. Aliás, não me vejo pensando em outra pessoa que não seja ela, muito menos desejando outro corpo que seu não fosse. Mas se a pergunta exige mesmo uma resposta, diria que não há loucura grande demais pra quem tanto ama. Assim, satisfaço o desejo da resposta dizendo que por ela, até a vida eu daria!!!
Eu mudaria
Até o meu nome
Eu viveria
Em greve de fome
Desejaria todo o dia
A mesma mulher...
Por Você! Por Você!
Por Você! Por Você!
Eu mudaria
Até o meu nome
Eu viveria
Em greve de fome
Desejaria todo o dia
A mesma mulher...
Por Você! Por Você!
Por Você! Por Você!
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Sobre o Papai Noel e o Natal
Simplesmente lindo. Dizem que se vc tiver sido uma boa menina, o Papai Noel atende seu pedido. O que será que ele considera ser uma boa menina? Será que semear sorrisos e cultivar sonhos é uma boa ação? Será que existe alguma criança, em sua pureza e inocência que não mereça ser lembrada no natal? Com certeza, se ele olhasse para dentro de vc veria a criança linda e pura que vc é. Não encontraria uma gota só de maldade em meio a toda a essência do que é vc. Bem, se ele perguntasse minha opinião, diria que essa moça merece ser reconhecida como céu, pois traz dentro de si o brilho de todas as estrelas. Que o sorriso lindo que ela sempre traz no rosto e que abrilhanta a vida, torna o mundo mais feliz, lhe dá crédito suficiente pra ganhar de natal seu canudinho. Mas não sei se ele me entenderia. Afinal, a alquimia é uma ciência muito complicada e incompreendida. Como faze-los entender a magia da mistura entre o Feijão e o Arroz? Entre a noite e a Lua? Entre o céu e as estrelas? Tão pouco entenderão a estória entre a Lua e o Mar e como dois seres com naturezas tão distintas, podem ser como o côncavo e o convexo. Na cabeça dos que não sonham, dos que ressecaram seu espírito na velhice da alma, a Lua jamais será a alma gêmea do Mar. E vc Papai Noel? Será que vc entende?
domingo, 28 de outubro de 2007
Semeadura
Semeadura
28/10/07
Triste hoje está meu coração
Serro os lábios em protesto, com efeito.
Se me tiram com mentiras a razão
Qual punhal, a farsa crava-me no peito
Sim, atacam impiamente a minha honra
Muito mais, me afastam da esperança que elegi
Aviltando assaz beleza que se enseja
Nesse ardor, amor perfeito até aqui
Mas quem maquina o mal nunca se farta
Nem se cansa quem da dor se faz cinzel
Do prazer de ser algoz não se aparta
Qual verdugo segue assim em seu papel
A sabia vida, a lei do tempo nos ensina
Bem por mal, paga sempre a alma santa!
Cai no laço, o próprio braço que maquina
E colhe a erva tão daninha quanto planta!!
28/10/07
Triste hoje está meu coração
Serro os lábios em protesto, com efeito.
Se me tiram com mentiras a razão
Qual punhal, a farsa crava-me no peito
Sim, atacam impiamente a minha honra
Muito mais, me afastam da esperança que elegi
Aviltando assaz beleza que se enseja
Nesse ardor, amor perfeito até aqui
Mas quem maquina o mal nunca se farta
Nem se cansa quem da dor se faz cinzel
Do prazer de ser algoz não se aparta
Qual verdugo segue assim em seu papel
A sabia vida, a lei do tempo nos ensina
Bem por mal, paga sempre a alma santa!
Cai no laço, o próprio braço que maquina
E colhe a erva tão daninha quanto planta!!
Preciso de VC
Como arroz e feijão,
como o mar e o sal,
como nenem e mingal,
preciso de vc.
Como o sabor e a boca,
como a bola e a foca,
como malandro e a maloca,
preciso de vc.
Como o colchão e a cama
como o leitão e a lama
como a fogueira e a chama
preciso de vc
como a piada e o palhaço
como o suor e o cansaço
como o seixo e o riacho
preciso de vc
Mais que preciso
te gosto, e sem vc não vivo
se não, fico impreciso
e aposto, sem vc nem existo!!!
como o mar e o sal,
como nenem e mingal,
preciso de vc.
Como o sabor e a boca,
como a bola e a foca,
como malandro e a maloca,
preciso de vc.
Como o colchão e a cama
como o leitão e a lama
como a fogueira e a chama
preciso de vc
como a piada e o palhaço
como o suor e o cansaço
como o seixo e o riacho
preciso de vc
Mais que preciso
te gosto, e sem vc não vivo
se não, fico impreciso
e aposto, sem vc nem existo!!!
Coração Batráquio
Coração Batráquio
Marcos Alves Diniz – 11/04/05
Um sapo sozinho, no rio, no caminho
Um brejo, uma casa, uma vila apertada,
Chorando de dor
a falta que faz um grande amor
Caprichoso dedo do destino,
Fada, magia, desatino
Paixão, chama que arde sem pudor
Corações ligados, mentes unidas
Mundos diferentes, frases presumidas,
Um sapo e uma fada nas esquinas dos brejos da vida
De Sol a sol, do início ao final
No avesso do nunca, eu quero um sempre afinal
Anfíbia canção, amor pantanal.
Anuro coração valente,
Sangrando sagrado coração de gente
Reescreve a história, fada menina,
Régia vitória, te amar, minha sina,
E me faça renascer, como um príncipe em tua piscina,
Pra ser, somente ser, na mente, na alma e na rima,
Ao menos uma vez igual a você.
Marcos Alves Diniz – 11/04/05
Um sapo sozinho, no rio, no caminho
Um brejo, uma casa, uma vila apertada,
Chorando de dor
a falta que faz um grande amor
Caprichoso dedo do destino,
Fada, magia, desatino
Paixão, chama que arde sem pudor
Corações ligados, mentes unidas
Mundos diferentes, frases presumidas,
Um sapo e uma fada nas esquinas dos brejos da vida
De Sol a sol, do início ao final
No avesso do nunca, eu quero um sempre afinal
Anfíbia canção, amor pantanal.
Anuro coração valente,
Sangrando sagrado coração de gente
Reescreve a história, fada menina,
Régia vitória, te amar, minha sina,
E me faça renascer, como um príncipe em tua piscina,
Pra ser, somente ser, na mente, na alma e na rima,
Ao menos uma vez igual a você.
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Soneto à "Lua"
Que acontece assim comigo
quando distante, o teu abrigo
se me parece meu destino
mesmo errante, em desatino
Louco, que louva em vão o que não tem
Tolo, nem se cansa, à espera vai também
olhando a lua, dama da noite governante
a fez por sua, iludindo o peito amante
Os dedos falam, já trilhando o frio papél
esperando que os versos falando tornem voz
pelo poeta, té juntando a terra e o céu
em letras postas vão formando uma-a-uma
navegando versos nobres fonte e foz
Meu legado, óh Diva, da noite Rainha Estrela Luma!!!
quando distante, o teu abrigo
se me parece meu destino
mesmo errante, em desatino
Louco, que louva em vão o que não tem
Tolo, nem se cansa, à espera vai também
olhando a lua, dama da noite governante
a fez por sua, iludindo o peito amante
Os dedos falam, já trilhando o frio papél
esperando que os versos falando tornem voz
pelo poeta, té juntando a terra e o céu
em letras postas vão formando uma-a-uma
navegando versos nobres fonte e foz
Meu legado, óh Diva, da noite Rainha Estrela Luma!!!
sábado, 20 de outubro de 2007
Lampejo
Linda, assim te vejo
Lampejo que me anima
Graça infinda, a ti festejo
Santo dom que me fascina
Altiva, Diva, Divina
Alma gêmea que eu almejo
Inspira em versos minha rima
Enfeitiçado no teu beijo!!!!
Lampejo que me anima
Graça infinda, a ti festejo
Santo dom que me fascina
Altiva, Diva, Divina
Alma gêmea que eu almejo
Inspira em versos minha rima
Enfeitiçado no teu beijo!!!!
Alguém especial
Luma, que é só uma
Paro o tempo para ve-la
Ascende à noite minha estrela
Linda musa em tinta e tela
Luma, que é só uma
em suma, a espera vale a pena
A bela é fera, meu dilema
se entro ou saio em sua cena
Pena, que é só uma
Antes duas, mesmo mil
traria o mundo até o céu
Eu querendo apenas uma
teu somente estrela luma
eternamente a ti fiel
Paro o tempo para ve-la
Ascende à noite minha estrela
Linda musa em tinta e tela
Luma, que é só uma
em suma, a espera vale a pena
A bela é fera, meu dilema
se entro ou saio em sua cena
Pena, que é só uma
Antes duas, mesmo mil
traria o mundo até o céu
Eu querendo apenas uma
teu somente estrela luma
eternamente a ti fiel
terça-feira, 9 de outubro de 2007
O Dia do Prato
Ainda não sei como postar o vídeo, então vai o link mesmo rsrsrsrsrs
Como o blog é de poesia, não poderia deixar de mostrar boa música, boa letra. Perfeita combinação, exatamente como arroz e feijão. Quando escuto essa música os sons vibram na alma, cada atomo do meu corpo dança na mesma vibração. Dá pra sentir as ondas verberando meus dois terços de água. A letra invade a mente, escreve na alma o que meu espírito mais deseja: Juntar as duas metadas e ser completo outra vez. Pior que quando escuto essa sinfonia, como a vida imita a arte, sempre penso na mesma pessoa!!!!!!
Como o blog é de poesia, não poderia deixar de mostrar boa música, boa letra. Perfeita combinação, exatamente como arroz e feijão. Quando escuto essa música os sons vibram na alma, cada atomo do meu corpo dança na mesma vibração. Dá pra sentir as ondas verberando meus dois terços de água. A letra invade a mente, escreve na alma o que meu espírito mais deseja: Juntar as duas metadas e ser completo outra vez. Pior que quando escuto essa sinfonia, como a vida imita a arte, sempre penso na mesma pessoa!!!!!!
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Mais um dia
Passei um tempo sem postar nada aqui. É impressionante nossa capacidade em investir tempo em coisas que jamais terminaremos, que jamais levaremos adiante. Luto contra minha natureza, contra minha essência, sob pena de ter um auto retrato inacabado. Pois é, auto biografia inacabada faz sucesso, deixa ao leitor o direito de fazer seu próprio final. Agora, auto retrato, inacabado, além de tosco não é nada, é só esboço e...esboço não vende bem. Ninguém compra rascunho, rabisco, arabesco ou garatuja. E é por isso que escrevo, pra ver se terminando alguma coisa, não termino sendo eu mesmo a coisa inculta que mais evitei....um auto retrato inacabado.
Em rotas linhas que escrevo,
me descrevo, me projeto.
No preparo, em desespero, me deparo,
me encontro na ante-sala,
ante a mim um jardim.
Anteparo, arte erguida em barricada
ante o medo paro errante por ser eu
para o tempo, para o verso
ao que se presta tudo serve na escrita
que em papel, caneta ou tinta
tudo pode onde se leu.
Em rotas linhas que escrevo,
me descrevo, me projeto.
No preparo, em desespero, me deparo,
me encontro na ante-sala,
ante a mim um jardim.
Anteparo, arte erguida em barricada
ante o medo paro errante por ser eu
para o tempo, para o verso
ao que se presta tudo serve na escrita
que em papel, caneta ou tinta
tudo pode onde se leu.
Entremeios
Entremeios
01/07/07
Entre braços e abraços apertados
Entrelaços que entrementes não se têm
Entremeios que distantes seguem juntos
Entretidos no sentir que vai além
Como em contos de encontros incontidos
comovente segue em dor, fica a saudade
Conflitando sentimentos incendidos
Comportados na distância dos afagos.
Marcos Alves Diniz
01/07/07
Entre braços e abraços apertados
Entrelaços que entrementes não se têm
Entremeios que distantes seguem juntos
Entretidos no sentir que vai além
Como em contos de encontros incontidos
comovente segue em dor, fica a saudade
Conflitando sentimentos incendidos
Comportados na distância dos afagos.
Marcos Alves Diniz
Pra sempre com você
Pra sempre com você
30/04/2005
Se quiser ficar comigo,
No calor do meu abrigo
Seja mais do que luar
Vindo só uma vez por dia
No cortar da noite fria
Vou querer, mas não amar
Tem que ser sol, reger meu mundo
Em qualquer tempo ou estação
Correr riscos, ir mais fundo
Ouvir o amor - nossa canção
Se pode crer no que acredito
Se o que sente não tem “se”
Em meu ser é o veredicto
Meu pra sempre é com você.
Marcos Alves Diniz
30/04/2005
Se quiser ficar comigo,
No calor do meu abrigo
Seja mais do que luar
Vindo só uma vez por dia
No cortar da noite fria
Vou querer, mas não amar
Tem que ser sol, reger meu mundo
Em qualquer tempo ou estação
Correr riscos, ir mais fundo
Ouvir o amor - nossa canção
Se pode crer no que acredito
Se o que sente não tem “se”
Em meu ser é o veredicto
Meu pra sempre é com você.
Marcos Alves Diniz
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Auto Retrato
Auto Retrato.
Tem muito a ver comigo, pois a ideia central é divulgar minhas poesias e, como não podia deixar de ser, elas falam muito de mim, do que sou, sinto e penso. Acho que me projeto nas letras e isso deve estar ligado a alguma falha na formação da minha personalidade, da minha identidade, ou não, como diria Caetano.
Talvez apenas eu expresse a minha alma frágil, tão humana quanto mortal, tão carente quanto incompleta. Talvez a poesia seja eu, talvez eu nem mesmo exista, e se assim for, espero que você me guarde na lembrança, imortalizado pelos versos que eu escrevo pois, com toda certeza, mais que falar de mim mesmo, eu falo de você!
Tem muito a ver comigo, pois a ideia central é divulgar minhas poesias e, como não podia deixar de ser, elas falam muito de mim, do que sou, sinto e penso. Acho que me projeto nas letras e isso deve estar ligado a alguma falha na formação da minha personalidade, da minha identidade, ou não, como diria Caetano.
Talvez apenas eu expresse a minha alma frágil, tão humana quanto mortal, tão carente quanto incompleta. Talvez a poesia seja eu, talvez eu nem mesmo exista, e se assim for, espero que você me guarde na lembrança, imortalizado pelos versos que eu escrevo pois, com toda certeza, mais que falar de mim mesmo, eu falo de você!
Verso
Verso,
No inverso da tristeza,
Traga á luz toda a nobreza,
Do que sinto ao te ver.
Verso,
Que é melhor do que só ver,
Que sofrer tua beleza,
Ficar mudo e não dizer.
Que o que sinto de verdade,
Quando verso essa bondade,
É o reverso do inverso
De viver pra te querer.
Marcos Alves Diniz
Poeta e Filosofo Contemporâneo
(to me achando eim?)
No inverso da tristeza,
Traga á luz toda a nobreza,
Do que sinto ao te ver.
Verso,
Que é melhor do que só ver,
Que sofrer tua beleza,
Ficar mudo e não dizer.
Que o que sinto de verdade,
Quando verso essa bondade,
É o reverso do inverso
De viver pra te querer.
Marcos Alves Diniz
Poeta e Filosofo Contemporâneo
(to me achando eim?)
Lembranças
Os sonhos que eu sonhei
As horas que eu passei contigo
Cada sorriso, cada lembrança
São minhas companhias,
nesses dias de castigo
Não sei se tanto errei
Não sei se mereci
Só sei que não te tenho mais
Você,
como veio de repente se foi
Que eu faço agora sem teu sorriso
Sem teu braço que eu preciso, Me diga
Sem teu corpo em meu caminho
Teus abraços teu carinho, Me diga
E numa noite de luar
Vou sentir você no ar
Se lembrar do teu perfume
As horas que eu passei contigo
Cada sorriso, cada lembrança
São minhas companhias,
nesses dias de castigo
Não sei se tanto errei
Não sei se mereci
Só sei que não te tenho mais
Você,
como veio de repente se foi
Que eu faço agora sem teu sorriso
Sem teu braço que eu preciso, Me diga
Sem teu corpo em meu caminho
Teus abraços teu carinho, Me diga
E numa noite de luar
Vou sentir você no ar
Se lembrar do teu perfume
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